
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver AMOR, sou como o bronze que soa, ou como o sino que retine.
Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver AMOR, não sou nada.
Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver AMOR, de nada valeria!
O AMOR é paciente, o AMOR é bondoso. Não tem inveja. O AMOR não é orgulhoso. Não é arrogante.
Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta
O AMOR jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
Por ora permanecem a fé, a esperança e o AMOR - os três.
Porém, o maior destes é o AMOR."
(I Corintios, 13)